Enigma

Sou um pouco disso e um pouco daquilo. Sou um tantinho de tudo e nadinha de nada; Sou quem sabe; Quem fez. Sou aquele, ele, Fulano… Sou mais do que você pode ver; estou além do alcance do som, sou mais do que as palavras podem dizer. Sou, porém, menos do que você pode imaginar. Sou sireno, gnomo, sou mago; Sou louco; Sou poeta. Sou imperador; príncipe e plebeu, vilão, mocinho, O Bondoso, melancólico. Sou tudo isso e nada disso. Sou quem sou nos limites do que me conheço. Sou eterno e humano. Sou vivo e amado. Estou vivo e odiado. Sou entre tudo, único, mas simples; como uma peça de quebra-cabeças. Sou mistério; verdade; amor. Talvez, você não me conheça. Talvez, eu não me conheça. Mas, estou aqui… Existente e vivente, errante. Sou uma simples parte do todo complexo universo. Um toque da sabedoria, um aroma doce no ar. Sou mais sábio do que era ontem. Sou quente como fogo, sou livre como ar. Sou água e terra, uma tempestade cataclísmica de sentimentos. Sabedoria, segredo, sagrado. Sou trevas e santo. Sou de fases… “Game over”. Ancestral, escolhido, nomeado. Já passei do tempo para ser criança, mas ainda não é hora de ser velho. Sou presente, existente, consciente, sou  o tempo. Especial e Confuso.


Sou quem sou! Sou quem devo ser!


“Sou DHALAGZAR”


J. C. DHALAGZAR 
(jucsom)

gênio dourado


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